Meditação | Sutileza | Amor

Meditação | Sutileza | Amor

Sutil é a natureza do amor.

É assim que percebo. Não evitamos o perigo, nem medimos estrategicamente em partes, racionado por medo de que se acabe. O amor é uma “virtude”, um estado devoto à própria vida. Entende?

O amor não costuma ser conveniente.

Ao contrário.

Ele é vida…

o entregamos a nós mesmos.

Quando procuramos pelo significado de sutil nos deparamos com o amor

muito astuto ao agir…

que se movimenta silenciosamente, que insinua e desperta curiosidade, mas sem vaidade.

Sutil, de grande talento, dotado de humor inteligente…

Sagaz.

O sutil é feito com arte, capaz de se conectar em todas as partes.

Osho, em uma de suas citações, disse: “O amor é nutrição. Mas a humanidade tem sido tão confundida por seus líderes que ela não conhece o centro mais íntimo do seu próprio ser. O amor é a nutrição em si mesmo. Quanto mais você ama, mais achará espaços não visitados onde o amor vai se espalhando continuamente ao seu redor como uma aura”.

Como um forte sopro de vento que sentimos a estender nossas asas, o amor acontece dentro da gente, em nossa interioridade, não precisa ser escravizado por alguém ou por alguma coisa;

Tente agora, por algum tempo, observar algo que não costuma observar no cotidiano. Pode ser um pequeno inseto, uma árvore na rua ou até mesmo alguém que está por perto.

Observe por 15 minutos ou mais…

Faça isso por alguns dias, após um tempo perceberá que pode sentir tanto amor.

Talvez o inseto, a árvore ou a pessoa não percebam.

Não importa.

Se puder olhar para tudo com amor, seu mundo interior será tão belo quanto puder ser.

A sutileza da natureza do amor é a Inteligência da Vida.

Aceitação completa.

Transformada em uma inteligência doce.

Contemplar e viver.

Desperto.

Observar sem expectativas.

Quanta magia acontece quando temos este acesso, um estado amoroso e simples.

A potência de agir do corpo que transcende qualquer entendimento.

Está semana mesmo, colhi uma fruta diferente na estrada e degustei com curiosidade, mesmo não sabendo de que fruta se tratava; dei um beijo de agradecimento nos meus pais; observei uma joaninha amarela e cintilante ao sol; pratiquei Yoga com meus alunos; senti o frescor do vento; observei as árvores diferentes e verdinhas da cidade e os pássaros que insistem em me emocionar toda vez que sobrevoam perto dos meus olhares; compartilhei momentos de descontração com pessoas admiráveis e boas; vi o céu azul e o oceano em nuvens; enviei mensagens de amor e admiração para o homem que amo; sonhei, e no sonho o amor representava o reflexo nítido na sutileza de alguém com coragem de ir além;

Suspirei longamente.

E ainda suspiro.

O dom da vida é intuitivo.

Não só se pensa, se sente.

Não só procura, encontra.

Não só quer, ganha.

Sem pressa, sem pausas.

Movimento silencioso, que aconselha e desperta.

Sem vaidade.

Sutil, como meditar.

Meditar, para amar.

 

“Libertem-se da escravidão mental, ninguém além de nós mesmos pode libertar nossas mentes”. Bob.

Mente

Namastê!

P.s: Tem um livro do Osho em AudioBook que vai ser da hora para você!

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