Yoga - O que podemos aprender com o Yoga?

Yoga - O que podemos aprender com o Yoga?

Já se passaram décadas desde os primeiros passos do Yoga, mas a essência continua: mágica, imutável e atemporal.

Se diz que o ócio é a mãe da filosofia.

Então poderia o Yoga ter surgido a partir de perguntas essenciais:

É o homem quem determina seu próprio destino?

Poderia o homem, guiar ou transformar seu destino, tornando a própria existência um ato de criatividade?

Poderíamos alcançar a união e a paz do nosso Planeta, sem que houvesse divisão ou imparcialidade?

Como método, o Yoga se baseia no autodescobrimento, na auto superação e no autoconhecimento, o que tem, por sua vez, repercussões sociais e de grande valor para a humanidade.

A mensagem que o primeiro Yogin quis passar foi bastante válida para seus discípulos e os discípulos dos seus discípulos e, continua válida para nós.

Que este legado atravesse gerações.

Influenciando pessoas a terem curiosidade de conhecerem sua própria história.

É extremamente importante absorvermos Conhecimentos diariamente.

Como parte da nossa rotina.

Seja dentro do Yoga ou em qualquer outra atividade que nos propusermos a fazer.

Nossa evolução caminha lado a lado com nosso Conhecimento, Curiosidade e Criatividade.

A história do Yoga ainda é um mistério a ser desvendado assim como a história da Humanidade.

E mesmo não sabendo exatamente como tudo tenha surgido, acreditamos que a cada prática consciente, estamos a um passo de descobrir.

Reunindo a força vital, por meio de autodisciplina, estudo e sabedoria.

Nenhuma definição das escrituras pode ser mais exata que a que se encontra nelas próprias:

‘Segure o arco das escrituras, coloque nele a grande flecha; tensione a corda da meditação e acerte o alvo, o Ser. O mantra é o arco, o aspirante a flecha, o Ser o objetivo. Estique agora a corda da meditação, e atingindo o alvo, seja uno com ele.’

O Yoga está contido nestes inspirados versos, muito felizes, pois representam sua raiz:

apontar para o mais alto objetivo e se entregar verdadeiramente a ele, para completar a União

(o Yoga).

Freud falou sobre Análise.

Assagioli sobre Síntese.

Os Budas sempre falaram em Meditação e Consciência.

Pesquise a fundo sobre essas diferentes formas vistas muita das vezes como “auto-ajuda”.

Eu particularmente acredito na hipótese de que podemos sim, resolver todos nossos conflitos existenciais e humanos, sozinhos.

O processo é simples.

 A verdadeira terapia é simples.

Assim como a vida.

Quando conseguimos nos desconectar da mente.

Em um trecho do Livro: OSHO – Aprendendo a silenciar a mente, diz:

“O Oriente possui tesouros, as tecnologias religiosas. O Ocidente possui outros tesouros, as tecnologias cientificas. Se os dois puderem unir-se, este mundo se tornará um paraíso. Não será preciso, então, esperar por um outro mundo: pela primeira vez somos capazes de criar o paraíso aqui, nesta Terra. E se não o fizermos, a culpa será única e exclusivamente nossa”.

“Defendo essa visão de um único mundo, uma só Humanidade e, no final das contas, uma ciência integrada que reunirá os dois aspectos. Será uma mistura de religião e ciência, uma ciência que poderá lidar com o interior e o exterior. É isto que estou tentando realizar em minha comunidade. É um local de encontro do Ocidente com o Oriente. É um útero no qual uma nova Humanidade pode ser concebida, de onde ela pode surgir”.

“A vida não é um castigo: é tão valiosa que só pode ser vista como uma recompensa. Devia estar grato à existência por ter sido escolhido para respirar, amar, cantar e dançar”.

Que possamos ponderar sobre como essas 4 situações que OSHO cita, deveriam ser as principais motivações de levantarmos todos os dias cheios de gratidão no coração.

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