LIXO – Porque estamos acabando com o Planeta?

LIXO – Porque estamos acabando com o Planeta?

O lixo é sem dúvidas um dos maiores problemas sociais da atualidade. Cólera, disenteria, febre tifoide, filariose, giardíase, leishmaniose, leptospirose, peste bubônica, salmonelose são apenas algumas das doenças relacionadas ao lixo doméstico.

Além disso, a destinação inadequada pode causar poluição dos mananciais, contaminação do ar, assoreamentos, presença de vetores. Da mesma forma a presença de aves pode causar colisão com aviões, problemas estéticos e de odor e Problemas sociais.

Quanto mais lixo, mais problemas!

O aumento na geração de resíduos sólidos tem várias conseqüências negativas: custos cada vez mais altos para coleta e tratamento do lixo; dificuldade para encontrar áreas disponíveis para sua disposição final; grande desperdício de matérias-primas. Por isso, os resíduos deveriam ser integrados como matérias primas nos ciclos produtivos ou na natureza.

Outras conseqüências do enorme volume de lixo gerado pelas sociedades modernas, quando o lixo é depositado em locais inadequados ou a coleta é deficitária, são:

  • contaminação do solo, ar e água;
  • proliferação de vetores transmissores de doenças;
  • entupimento de redes de drenagem urbana;
  • enchentes;
  • degradação do ambiente e depreciação imobiliária; doenças.
Precisamos, ainda, reformular nossa concepção a respeito do lixo.
Não podemos mais encarar todo lixo como “resto inútil” mas, sim, como algo que pode ser transformado em nova matéria-prima para retornar ao ciclo produtivo.
Precisamos evoluir!

People caring about the world and the environment

 Vamos aprender a fazer uma composteira?

1) Reserve um recipiente, em sua cozinha, apenas para o descarte de resíduos orgânicos. As embalagens ou objetos de plástico, vidro, metais etc. deverão ser descartados em outro recipiente.

2) Escolha um canto no seu quintal, de preferência sombreado, onde você montará sua composteira. Use materiais como bambu, madeira velha, tela de galinheiro, blocos ou tijolos (sem cimentar).

3) Deposite na composteira o material orgânico já separado do seu lixo. Cubra-o com folhas, grama etc., do seu jardim (ou de um terreno baldio próximo), ou com serragem, esterco seco, cama de animais, até que não dê para ver o material mais úmido (restos de alimentos) embaixo.

4) Regue o monte para umedecer esta camada de cobertura mais seca. Em época de chuva cubra a composteira com tábuas, telhas ou plástico, para não encharcar. Essa cobertura também protege o monte do sol direto.

Importante:

  • A cada dois ou três dias areje bem o monte, passando todo o material de um lado para o outro. Após estes revolvimentos o material esquenta – não será fácil deixar a mão no meio do monte por muito tempo!

– Indicando que a decomposição está ocorrendo corretamente. Em qualquer momento você pode adicionar mais material orgânico à composteira, repetindo a etapa 3.

  • Fungos, tatuzinhos, besouros, piolhos-de-cobra, minhocas e trilhões de bactérias estarão trabalhando para você, decompondo o material. Esses “bichinhos” são inofensivos e não se espalham para além da leira (monte). Se, quando o composto estiver pronto, você quiser ensacá-lo para doar ou vender, peneire-o antes, devolvendo ao monte os bichinhos, para que eles possam continuar o trabalho de decomposição.

5) Quando não couber mais material num dos lados da composteira, comece outra seguindo o mesmo procedimento. O monte deve ser revirado e regado, por cerca de 2 meses. Após este período, o monte deve ter murchado pela metade.

6) Pronto: O material será um composto, pronto para ser usado, se o monte:

  • Tiver cor marrom café, e cheiro agradável de terra;
  • Estiver homogêneo, e não der para distinguir os restos (talvez apenas um ossinho ou caroço mais duro) e;
  • Não esquentar mais, mesmo após o revolvimento.

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Código de cores para os diferentes tipos de
resíduos

AZUL PAPEL/PAPELÃO

VERMELHO PLÁSTICO

VERDE VIDRO

AMARELO METAL

PRETO MADEIRA

LARANJA RESÍDUOS
PERIGOSOS

BRANCO RESÍDUOS AMBULATORIAIS E DE SERVIÇOS
DE SAÚDE

ROXO RESÍDUOS
RADIOATIVOS

MARROM RESÍDUOS
ORGÂNICOS

CINZA RESÍDUO GERAL NÃO-RECICLÁVEL OU MISTURADO, OU CONTAMINADO NÃO PASSÍVEL DE SEPARAÇÃO
A produção de embalagens consome uma grande quantidade de recursos naturais. São latas, papel, papelão, vidros, plásticos e outros itens cuja fabricação emprega toneladas de metais, madeira e outras fibras vegetais, petróleo e muita energia. Evitando o uso de embalagens que podem ser dispensadas e aumentando a reciclagem, é possível não apenas reduzir de forma significativa o consumo dos recursos naturais como também diminuir bastante o volume de lixo.

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 O que você pode fazer?

Todos nós podemos contribuir para minimizar os problemas causados pelo lixo com pequenas ações o dia-a-dia. Veja algumas dicas:

  • ser um voluntário em programas de incentivo e conscientização como o DIA MUNDIAL DA LIMPEZA e SEMANA LIXO ZERO;
  • pensar se realmente precisa de determinados produtos;
  • comprar somente o necessário para o consumo, evitando o desperdício;
  • planejar a compra de alimentos para não haver desperdício, dimensionando a compra de produtos perecíveis com as reais necessidades da família e com as possibilidades de uso;
  • comprar produtos duráveis e resistentes, evitando comprar produtos descartáveis;
  • reduzir a quantidade de pacotes e embalagens (evitar comprar frutas, verduras e legumes embalados; dar preferência para produtos vendidos a granel – você pode levar de casa a embalagem para esses produtos; escolher produtos com menor número de embalagens; comprar produtos concentrados que possam ser diluídos antes do uso; comprar produtos em embalagens econômicas que possuem menos embalagem por unidade de produto; comprar produtos que tenham refil; levar sacolas ou carrinho de feira para carregar as compras, em substituição às sacolas oferecidas nas lojas e supermercados; colocar o máximo de produtos numa mesma sacola, evitando o uso de duas sacolas sobrepostas; evitar a compra de sacos de lixo, utilizando as sacolas plásticas que embalam as compras);
  • comprar produtos cujas embalagens são reutilizáveis e/ou recicláveis;
  • comprar produtos reciclados e/ou que a embalagem seja feita de um material reciclado;
  • escolher produtos de empresas certificadas (ISO 9000 e 14000), que desenvolvem programas socioambientais e/ou que sejam responsáveis pelos produtos pós-consumo;
  • evitar a compra de produtos que possuem elementos tóxicos ou perigosos;
  • emprestar ou alugar equipamentos que não são usados com freqüência, ao invés de comprá-los;
  • consertar produtos em vez de descartá-los e substituí-los por novos;
  • doar produtos que possam servir a outras pessoas;
  • reutilizar materiais e embalagens;
  • separar os materiais recicláveis e encaminhá-los para artesãos, catadores, entidades ou empresas que reutilizarão ou reciclarão os materiais;
  • fazer sua própria compostagem, quando for possível;
  • organizar-se em seu trabalho/escola/bairro/comunidade/igreja e iniciar um projeto piloto de separação de materiais recicláveis;
  • organizar-se junto a outros consumidores para exigir produtos sem embalagens desnecessárias, como também vasilhames reutilizáveis ou recicláveis;
  • evitar gastos de papel e outros materiais desnecessários ao embrulhar presentes;
  • evitar a queima de qualquer tipo de lixo; se não houver coleta no seu bairro, enterre o lixo em vez de queimá-lo;
  • evitar a compra de cadernos e papéis que usam cloro no processo de branqueamento;
  • não descartar remédios no lixo; o mesmo vale para material usado em injeções e curativos feitos em casa. Procure com o seu farmacêutico ou nos postos de saúde uma alternativa de descarte mais adequada;
  • ler os rótulos dos produtos para conhecer as suas recomendações ou informações ambientais;
  • usar detergentes e produtos de limpeza biodegradáveis;
  • utilizar pilhas recarregáveis ou alcalinas;
  • deixar a bateria usada do seu carro no local onde adquiriu a nova e certificando-se que existe um sistema de retorno ao fabricante;
  • deixar os pneus velhos nas oficinas de troca, pois elas são responsáveis pelo destino final adequado;
  • colecionar dicas ambientais sobre consumo sustentável e compartilhá-las com seus amigos.
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VOCÊ SABIA?
Para incentivar, facilitar e expandir a reciclagem de resíduos no País, o Conama estabeleceu um Código de Cores para os Diferentes Tipos de Resíduos. Esse código tem validade nacional e foi inspirado em formas de codificação adotadas internacionalmente. De acordo com o artigo 2º, parágrafo 1º, da Resolução Conama n.º 275, de abril de 2001, fica recomendada a adoção do referido código de cores para programas de coleta seletiva estabelecidos pela iniciativa privada, cooperativas, escolas, igrejas, organizações não governamentais e demais entidades interessadas.
Porque a reciclagem é importante para o meio ambiente?

O trabalho sobre o lixo não é adequado para os catadores ou qualquer ser humano. Por isso a reciclagem de lixo passa a ser uma alternativa lucrativa. A reciclagem é o processo de aproveitamento de resíduos que envolve a alteração de suas propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas. Para que funcione corretamente, é necessário que o resíduos esteja puro, ou seja, separado dos outros tipos de lixo.

Após o processamento, o resíduo pode ser então comercializado no setor industrial e fomenta um negócio lucrativo. Este negócio pode então comprar resíduos dos catadores que passam então a separá-los no lixões. A reciclagem é importante para o meio ambiente pois evita que muitos materiais sejam descartados como lixo. Lembra dos problemas causados pelo lixo?

Para garantir que a indústria de resíduos se desenvolva, é necessário ter um bom  MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS. A partir disso, diversas usinas de reciclagem, triagem, compostagem e biogás são instaladas na região. Essa indústria gera emprego e renda, mais também desenvolvimento tecnológico para a sociedade.

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CONVENCIDO(A)? E AÍ, VAMOS SALVAR O PLANETA?

SEGUE A PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO EVENTO EM GOIÂNIA!!

 

Co produção:

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Produção:

Apoio:

 

Namastê!

Fontes: https://portalresiduossolidos.com/o-que-e-lixo/
https://www.mma.gov.br/estruturas/secex_consumo/_arquivos/8%20-%20mcs_lixo.pdf

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